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11 fatos que todo mundo deveria saber sobre a crise hídrica

Você consegue entender a dimensão da maior crise hídrica dos últimos 91 anos?  Visualiza com clareza o risco iminente de apagões, os impactos sociais, ambientais e econômicos causados pela escassez? Continue a leitura e venha entender com a gente.

Composição da matriz energética

A matriz energética de um país é composta por todas as fontes de energia responsáveis para suprir as demandas de uma comunidade, tais como transporte, aquecimento, produção de alimentos, comércio e uso residencial. 

Já a matriz elétrica está contida na matriz energética, e tem como objetivo suprir as demandas de energia elétrica para consumo e sobrevivência da população. No Brasil, 65% da energia elétrica que utilizamos é proveniente de hidrelétricas. A falta de águas nos rios e superfícies afeta diretamente a produção e distribuição de energia renovável e por conta disso, o nosso país passou a comprar energia proveniente de termelétricas da Argentina e Uruguai, num volume 58% maior que em 2020. Esta importação foi estratégica para preservar nossos recursos hídricos, porém, o custo desta importação foi repassado ao consumidor por meio das bandeiras tarifárias, impactando diretamente no custo de vida, nas cadeias produtivas e no comércio, comprometendo a nossa competitividade. 

A maior consequência deste aumento de custos é o aumento generalizado de preços dos produtos, uma vez que a energia elétrica faz parte do custo fixo em praticamente todos os setores da economia, gerando, desta forma, a temida inflação. Você já deve ter percebido.

É por isso que nós, da SIIM.club propomos uma reflexão!

Confira 11 fatos sobre a crise hídrica que você não pode ignorar

  • O Planeta é Terra, mas 70% dele é água. Destas, apenas 3% é doce e o Brasil possui 12% delas. Mas, se somos um país tão privilegiado, por que a crise hídrica está nos afetando tanto?
  • Dados da ONU indicam que 2,2 bilhões de pessoas no mundo não têm acesso a água potável. 
  • A temperatura média de um planeta depende da interação entre a energia do sol, o albedo e os gases do efeito estufa. Os gases de efeito estufa são responsáveis por “prender” o calor da radiação solar na atmosfera e assim, manter em funcionamento os ciclos da água. Sem estes gases, provavelmente não haveria mais água em estado líquido e a temperatura média na Terra seria negativa.  
  • Dos únicos 3% de água doce do planeta, apenas 7% são provenientes de rios e lagos capazes de gerar energia hidrelétrica.
  • O consumo de água por setores segundo a Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Alimentação.O brasileiro comum consome em média 200 litros de água POR DIA! Este número é sobre o consumo direto: torneira, chuveiro, descarga, máquina de lavar roupas.  Falta entrar para a conta o consumo indireto, a água utilizada para a produção de alimentos, bens e serviços. 
  • O Brasil paga hoje a sexta tarifa de energia elétrica mais cara do mundo. 
  • A ANEEL criou bandeiras de acréscimo tarifário que são implementadas com o objetivo de criar consciência na população e frear os hábitos de consumo. 
VerdeAs boas condições de geração de energia não incidem acréscimos na conta.
AmarelaEm condições hidrológicas não tão favoráveis, há cobrança de R$1,50 por kWh.
Vermelha Patamar 1Em condições hidrológicas de escassez, o adicional é de R$4,00/kWh.
Vermelha  Patamar 2Condições hidrológicas de escassez que faz necessário o acionamento de usinas auxiliares, é cobrado adicional é R$6,00/kWh.
  • Mais recentemente, em agosto de 2021,  foi criada a bandeira tarifária “escassez hídrica”. A nova taxa adicional é de R$14,20 pelo consumo de 100 kWh, durante o período de 1º de setembro de 2021 a 30 de abril de 2022. Desnecessário frisar que tais repasses  influenciam diretamente na economia do país, contribuindo para a inflação.
  • A crise hídrica é resultado da ação humana tais como o mau uso dos recursos hídricos, a poluição dos rios, o aumento do consumo de água direto e indireto devido ao crescimento da população, a falta conscientização sobre a escassez de recursos, o desmatamento e suas consequências climáticas, a falta de cuidado com as nascentes e o consumismo.
  • O reflexo da crise hídrica, está sendo sentida diretamente pelos brasileiros por meio do aumento sistemático dos valores da energia elétrica, 20,09% de aumento só nos últimos 12 meses.

O que fazer para evitar apagões?

Estamos na eminencia de termos que conviver com apagões. Os impactos são imensuráveis. Além de prejudicar todos os serviços essenciais que nos impactam diretamente no dia-a-dia. Há o impacto nas cadeias produtivas, na manutenção de perecíveis trazendo prejuízos financeiros, há o impacto nos serviços de saúde, que podem trazer perdas imensuráveis para a população.

  • A primeira medida importante é ter consciência que a água é um bem finito. 
  • Estimular a redução do consumo direto de água no banho, nas torneiras, descargas, entre outros.
  • Refletir sobre o consumo indireto: produtos com pegada hídrica elevada e consumismo desnecessários. ( já calculou a sua pegada hídrica?)
  • Diminuir o consumo de energia elétrica, além de apagar as luzes, buscar conhecer o consumo médio dos aparelhos eletrodomésticos de sua casa.
  • Revisar periodicamente suas instalações elétricas para evitar curtos e fugas. 
  • Adotar práticas de ESG – governança ambiental –  em sua empresa.
  • Fomentar a utilização da energia solar!
  • Tornar-se credor do primeiro condomínio de mini usinas de energia solar com a SIIM Clube de Investimentos Alternativos!

Investir em Energia Solar ajuda a conter a crise hídrica? 

Ao investir em minigeração distribuída você estará investindo em uma fonte de energia renovável e sustentável,  consequentemente haverá diminuição na utilização da energia gerada pelas hidrelétricas e termelétricas. 

O fomento da energia solar impulsiona o desenvolvimento econômico do Brasil, ajuda a baixar os custos operacionais de diversas empresas, promovendo a geração de energia limpa e sustentável, gerando empregos e ainda conquistando rentabilidade alvo altamente atrativa, 21%a.a. !

Você sabia que o  Brasil está entre os 4 países do mundo que possuem vantagem geográfica para a geração de energia solar fotovoltaica? Isto acontece devido a nossa localização na linha do equador que proporciona dias longos e de grande incidência de luz ao longo das quatro estações do ano.

É por isso que estamos entre os 15 países do mundo que mais se beneficiam desta condição. Contamos atualmente com uma malha de placas solares com capacidade produtiva de 10 gigaWatts. Países igualmente competitivos para energia fotovoltaica são a Índia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos.

Conter a crise hídrica depende de diversos fatores como a dessalinização da água, melhor aproveitamento da água, técnicas de reuso e conscientização das pessoas e empresas quanto ao desmatamento e poluição. A energia proveniente de usinas fotovoltaicas ajuda a diminuir o consumo e a dependência de energia proveniente de hidrelétricas, e desta forma, exerce um papel importante na preservação da pouca água doce que temos.

Gostou da ideia?

A SIIM Fintech de Investimentos Alternativos acredita que é possível investir em ativos reais com inteligência, simplicidade e segurança. Por meio da modalidade crowdfunding, um grupo de investidores aporta em projetos da economia real em troca de rentabilidade alvo diferenciada. O crowdfunding está ao alcance de todos nós e é regulado pela Instrução 588 da CVM  –  Comissão de Valores Mobiliários.

Ao investir, você incentiva a diversificação da matriz elétrica brasileira, promovendo a inclusão de novas fontes de energia sustentáveis de baixo custo e de rápida instalação. 

Quer contribuir ativamente para todo esse ecossistema e de quebra rentabilizar o seu patrimônio?

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